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Google aplica 'direito de ser esquecido' só em seus sites europeus

Contrariando as diretrizes dos reguladores, o Google remove apenas de seus sites na Europa os resultados de buscas quando indivíduos evocam o "direito de ser esquecido". Em breve, porém, a companhia irá revisar essa abordagem, disse o diretor jurídico da empresa nesta segunda-feira (19).

A questão é qual a dimensão da aplicação do chamado direito de ser esquecido, foco dos reguladores da privacidade europeus desde que a principal corte do continente decidiu em maio que indivíduos poderiam pedir a remoção de resultados das buscas que forem considerados "inadequados, irrelevantes ou não mais relevantes".

O Google argumentou diversas vezes acreditar que a decisão deveria ser aplicada apenas a sites europeus, como o "Google.de", na Alemanha, ou o "Google.fr", na França.

Um grupo de reguladores da privacidade de países da União Europeia, no entanto, concluiu em novembro que o Google deveria adotar a abordagem em nível mundial, devido à facilidade de acesso a um domínio global como o "Google.com".

Entre setembro e novembro, um conselho de assessoria, incluindo um ex-ministro da Justiça alemão e o fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, realizaram audiências públicas por toda a Europa para debater o equilíbrio entre privacidade e o fluxo livre de informações.

É esperado que seja publicado um relatório com suas conclusões no fim de janeiro para ajudar a informar o Google sobre a aplicação da lei.