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“Os homens são de marte... e é pra lá que eu vou!”

Ao longo da história, as mulheres conquistaram muitos direitos (e deveres) e mudaram o seu papel na sociedade. No entanto, dizem que tudo tem o seu preço e o preço da independência é, em alguns casos, a solidão.

 

 “Os homens são de marte... e é pra lá que eu vou!” atraiu quase dois milhões de pessoas no teatro e após 8 anos em cartaz, transformou-se em filme. Na comédia romântica dirigida por Marcus Baldini, conhecemos Fernanda (Mônica Martelli), uma mulher que é “fruto” da independência feminina e que depois de conquistar uma carreira de sucesso, sente que não pode mais ficar sozinha. Ela afirma: “Ninguém quer ficar milionário e dormir sozinho na cama”.  E assim, com quase 40 anos, decide que precisa de um namorado e vai à luta, mesmo que os homens pareçam estar sempre distantes (quase em Marte...).

 

Nessa busca pelo amor, ela conta com os amigos Aníbal (Paulo Gustavo), seu sócio numa empresa de festas de casamento (triste ironia), e Nathalie (Daniele Valente).

 

O problema de Fernanda é que ela tenta sempre ser diferente para encantar o paquera. Por exemplo, ela é politizada ao sair com o senador Juarez (Eduardo Moscovis), sofisticada e aventureira ao namorar o milionário Robertinho (Humberto Martins) e amante da natureza ao se apaixonar pelo “gringo baiano” Nick (Peter Ketnath).

 

Quando decide mudar sua atitude e agir como realmente é, ela finalmente encontra um relacionamento mais saudável com Tom (Marcos Palmeira), mas aí começa outro problema. É evidente. A vida muda quando encontramos alguém, sobretudo depois de anos sozinha. É difícil dividir “a si mesma”. Mas nessa divisão, o resultado pode ser diferente da lógica: dividir pode significar uma soma, uma multiplicação. Depende de você.

 

Play! Ótimo filme!