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“Malévola”

A mais poderosa vilã da Disney é protagonista do filme da semana: “Malévola”. Mas ao contrário do que muitos pensam, Malévola (Isobelle Molloy criança e Angelina Jolie adulta) já foi boa, pura e alegre, assim como tantos seres do reino dos Moors.

Quando criança, Malévola protegia a floresta encantada da inveja dos homens, mas a fada-anjo se transformou quando conheceu Stefan (Michael Higgins criança e Sharlto Copley adulto). O humano jurou “amor verdadeiro”, mas a traiu para passar de plebeu a rei.

Já adulta e amargurada, a “senhora de todo o mal”, com seus chifres acompanhados por asas, lançou uma maldição contra a filha de Stefan, a princesa Aurora (Elle Fanning), para vingar-se do rei. A bebê foi condenada ao sono eterno assim que completasse os 16 anos, e aí começa a conhecida história da Bela Adormecida, só que em uma versão bem moderna. Até mesmo as fadas Fauna, Flora e Primavera, foram rebatizadas de Thistletwit (Juno Temple), Knotgrass (Imelda Staunton) e Flittle (Lesley Manville).

“Malévola”, assim como tantos clássicos da Disney, muda para adaptar-se à nova geração e educar as crianças e jovens. Não há mais princesas frágeis e heróis que salvam o dia com um beijo. Há, sim, princesas corajosas e príncipes educados que hesitam em beijar a princesa adormecida, por tê-la visto apenas vez. Além disso, a própria Malévola mostra que existem outras formas de “amor verdadeiro”.

O diretor Robert Stromberg afirmou que se as pessoas mudam, é evidente que as histórias mudem também. A infância dos adultos já passou. Agora é a vez de criar histórias para uma nova geração, acostumada com Internet, videogames, celulares e filmes cada vez mais espetaculares.

 

Play! Ótimo filme!