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Criando a própria realidade

Olá amigos(as)...Hoje a ideia é abordar o domínio da realidade por nós mesmos. Depositar a esperança nas mãos de terceiros, por mais que pareça cômodo de início, só fará aumentar o “peso” da cruz. Vamos entender melhor este processo?

 

Criando a própria realidade

Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou a beira de um oásis e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:

- Que tipo de pessoa vive neste lugar?

- Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem? perguntou por sua vez o ancião.

- Oh, um grupo de egoístas e malvados (disse o rapaz) - Estou satisfeito de haver saído de lá (finalizou).

A isso o velho replicou: - A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.

 

No mesmo dia, outro jovem entrou no oásis para beber água e, vendo o ancião, também perguntou-lhe:

- Que tipo de pessoa vive por aqui? 

O velho respondeu com a mesma pergunta: - Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?

O rapaz respondeu: - Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. -Fiquei muito triste por ter de deixá-las.

Respondeu o ancião: - O mesmo encontrará por aqui.

 

Um terceiro homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:

- Como é possível dar respostas tão diferentes a mesma pergunta?

O velho ancião então decretou: - Cada um carrega no seu coração o lugar em que vive.

 

Vamos mais fundo

Temos o poder de criar a nossa realidade através do que acreditamos. Essa é a experiência que estamos vivendo atualmente. O disjuntor que provoca a mudança é a Vontade, porque ela vai desencadear uma nova informação em nossa rede de neurônios no cérebro. O ingrediente principal é a Informação.

 

Nós somos os criadores de nossas realidades, do mundo que nos cerca. O problema é que na maioria das vezes são os nossos pensamentos Inconscientes que criam essa realidade. São programas executados sem a nossa consciência tomar conhecimento. Estes programas (condicionamentos) operam em nosso cérebro certos comportamentos, pensamentos e reações emocionais mecanizadas, como se fôssemos robôs programados para reagir sempre da mesma forma. Mesmo que nos arrependamos do que fizemos, vamos repetir novamente o erro diante de uma emoção desregulada (ciúme, medos infundados...etc.).

 

Ninguém quer viver uma doença, por exemplo. Se este alguém não cria essa doença Conscientemente, é provável que Inconscientemente, ao pensar quão ruim é sua vida e o quanto está sofrendo, crie, em seu subconsciente, um reforço para as emoções de dor e sofrimento. Isso inevitavelmente se reflete na vida exterior, material, com a doença sendo uma possibilidade concreta de manifestação.

 

Há algo muito importante: nunca devemos nos culpar por nossas criações, sejam conscientes ou não, pois tudo é Aprendizado. A culpa nos deixa pior, atrasa. Procure olhar para dentro de você com verdade e humildade. Analise como você lida com as “coisas do mundo” e logo perceberá que a estrada da vida, apesar de tortuosa, esconde nestas mudanças de direção todos os oásis que a rodovia em linha reta ignora.