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Corte de investimentos é o cenário econômico atual

Olá amigos(as)...nesta semana uma nova atualização do cenário econômico brasileiro. Trata-se do posicionamento das grandes empresas sobre investimentos em 2016.

 

Corte de investimentos é o cenário

Sem uma expectativa de retomada da economia brasileira no horizonte, cada vez mais empresas estão reduzindo seus programas de investimento. Utilizando como base uma reportagem do Jornal Diário do Comércio, compartilho com vocês o que estão fazendo as grandes empresas neste momento econômico brasileiro. Manobras que vão contribuir para uma queda ainda mais pronunciada do Produto Interno Bruto (PIB).

 

A Petrobras pretende investir US$ 20 bilhões, 25,9% menos que o sinalizado em junho do ano passado. Avalia também a venda de ativos para gerar caixa e honrar as dívidas de curto prazo. Muitas das empresas que estão reduzindo seus investimentos programam apenas o chamado "capex de manutenção", valor mínimo para a continuidade da operação. É o caso da Usiminas. Para este ano os valores estão na metade do ano passado. Os investimentos da Vale deverão ficar em US$ 6,2 bilhões em 2016, quinto ano consecutivo de queda do orçamento de investimentos pela mineradora.

 

A Cia Hering prevê investimentos 34,7% abaixo de 2015. No Grupo Pão de Açúcar, dono das bandeiras de eletroeletrônicos Casas Bahia e Pontofrio, a companhia não prevê inaugurações em 2016.

 

As operadoras de shoppings também irão segurar mais os gastos. A Multiplan, por exemplo, admitiu que irá esperar sinais de recuperação da economia antes de iniciar projetos e construções.

 

O momento de contingenciamento não poupou nem mesmo a gigante de bebidas Ambev. A companhia anunciou que deve investir no Brasil neste ano uma quantia menor do que os aportes de R$ 3,1 bilhões feitos em 2015. Na fabricante de cosméticos Natura, o corte ocorrerá mesmo depois de a companhia ter reduzido investimentos no ano passado. Já caiu 150 milhões em dois anos.

 

No setor de telecomunicações, a América Móvil, controladora de Claro, Embratel e Net no Brasil, indicou uma redução no ritmo de investimentos globais em aproximadamente 20% em 2016, o que inclui o Brasil.

 

Enquanto não houver um cenário mais definido e claro, as empresas não vão fazer investimento em aumento de capacidade. O foco no momento tem sido primordialmente cortar custos e manter o caixa. Aos poucos esse modo de operação está sendo utilizado pelas pequenas e médias empresas também. E porque não pelo cidadão comum.