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Contas em dia, relacionamento feliz

Olá amigos(as)...nesta semana, já que estamos vivendo os respingos do Dia dos Namorados, nada mais justo que falar sobre dinheiro, o Calcanhar de Aquiles de todo casal.

 

Contas em dia, relacionamento feliz

...e não me venham dizer que não dão bola para o “dim dim”, homens e mulheres, que o que importa é o amor...isso seria perfeito. Deveríamos sim nos bastar com o amor, sendo ele de raiz, puro, verdadeiro. Mas vamos ser práticos. Até que não consigamos isso, é melhor seguir algumas regras para que os relacionamentos não se tornem uma constante guerra de cifrões.

 

Lidar com dinheiro é um aprendizado diário. Namoro e casamento podem ser sinônimos de felicidade, mas quando não existe uma conversa franca a respeito do dinheiro vem o choque de realidade. Conversar sobre é fundamental para encontrar o equilíbrio que levará à realização dos sonhos de casais apaixonados.

 

A queda do padrão de vida que o casamento traz no começo é natural. É preciso trabalhar para que essa curva tenha uma trajetória de alta no decorrer dos anos. Mais do que planejamento financeiro, ambas as partes precisam buscar equilíbrio na relação que têm com o dinheiro. Isso é puramente comportamental.

 

A conversa sobre dinheiro não deve ser pautada pelo certo e pelo errado e sim pela busca de limites para ambos. O melhor jeito de lidar com isso é que um entenda o comportamento do outro e valorize suas qualidades. A dica é combinar de evitar exageros em ambos os lados, colher o melhor de cada perfil, para o presente e o futuro.

 

É preciso entender também que a renda não é particular depois do casamento. É da família. Se a carreira de um dos dois fracassa, o outro tem de estar preparado para assumir. Isso vale para o homem e para a mulher. Um grande desafio em nossa estrutura social atual.

 

Investir é fundamental para realizar sonhos. É importante que o casal não esqueça de que há três tipos de sonho: o da família (planejamento para ter um filho e trocar de casa, sempre conjunto), o da aposentadoria (que pode ser diferente) e os individuais.

 

Viver um relacionamento de amor deve condicionar o dinheiro a um coadjuvante necessário, não uma entidade dominadora. Fazer o outro feliz é entender suas necessidades mais básicas ou necessárias a cada momento, não se achar superior ou indiferente aos sentimentos do outro, mesmo no trato com dinheiro. Conversar francamente é sempre a melhor terapia, mesmo que saia faíscas.