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Computadores podem ser conscientes em 30 anos

Computadores podem ser conscientes em 30 anos

 

 “A ideia de um computador para a maioria das pessoas é uma peça de hardware com software projetado para realizar tarefas específicas. Esse mofo, ou plasmódio, é uma substância natural A computação está evoluindo rápido, e cada vez se acelera mais – isso é praticamente um consenso entre especialistas. Mas essa celeridade, defendem alguns deles, pode nos fazer perder o controle sobre as máquinas.

 

O primeiro computador Macintosh, que completou 30 anos na semana passada, tinha memória 8,4 milhões de vezes menor e um processador que rodava em frequência 163 milhões de vezes inferior em relação ao iPhone 5s, da mesma Apple.

 

Adicione outros 30 anos e estaremos vivendo a "singularidade tecnológica", o momento em que computadores superarão o cérebro humano de tal forma que é impossível prever que rumo a civilização tomará, dizem futurólogos.

 

SINGULARIDADE

Tese que prevê a criação de uma consciência artificia, com computadores múltiplas vezes mais capazes que o cérebro humano, em todas as faculdades. O domínio nos diversos campos da ciência, como nanotecnologia, robôs e neurociência será tamanho que "egos imortais" podem existir, preveem defensores.

 

REDE NEURAL

Computadores ligados de tal maneira que funcionam como um sistema nervoso de um animal. Técnica usada para reconhecimento de padrões e interpretação de conteúdo.

 

FUTUROLOGIA

Campo interdisciplinar que faz previsões, geralmente relacionadas à tecnologia.

 

FONTE: Folha

 

 

Pesquisadores criam o primeiro robô feito de mofo

 

Cientistas da Universidade do Oeste da Inglaterra desenvolveram o plasmobot, robô fabricado a partir do plasmódio, uma espécie de mofo comumente encontrado em florestas, jardins e outros locais úmidos do Reino Unido.

 

De acordo com o site PhysOrg o objetivo da pesquisa é fabricar o primeiro robô totalmente biológico, sem componentes de silício. Esse projeto é pioneiro nos estudos de computação não convencional. Se é difícil imaginar como um robô possa ser feito de mofo em sua totalidade Andy Adamatzky, o professor que lidera a pesquisa, explica:

 

com sua própria inteligência embutida. Ele se propaga e procura por fontes de nutrientes, e quando encontra essas fontes se ramifica em uma série de veias de protoplasma” esclarece.

 

Apesar de estranho, o plasmódio pode ter aplicações extremamente benéficas para a humanidade. Segundo o dr. Adamatzky, o mofo poderá futuramente ser utilizado para levar pequenas quantidades de substâncias químicas a um local, usando a luz para propagá-lo; ou seu movimento poderia ser usado para ajudar a montar micro-componentes de máquinas.

 

No corpo humano o plasmódio poderá levar remédios a certas partes, ou poderá funcionar como milhares de pequenos computadores sob a pele que atuarão em rotinas que deixarão o cérebro livre para outras tarefas.

 

FONTE: Geek.com