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Compre! Compre! Compre!

Olá amigos(as)...está chagando a época das promoções de final de ano no comércio. Sonhos e pesadelos com a Black Friday!

 

Compre! Compre! Compre!

O cenário do comércio não é dos melhores, com queda no consumo mês a mês em meio a uma economia retraída, com altos índices de desemprego e de inadimplência e aperto no crédito. Mas um evento que há 5 anos chegou no Brasil “importado” dos EUA tem se tornado a segunda maior data do varejo brasileiro. É a Black Friday, data oficial de “superdescontos” oferecidos por varejistas para fisgar os consumidores.

 

Mas vamos aos fatos. Para dar desconto, o comércio precisa tirar a margem de lucro, e eles até conseguem, mas não podem ter prejuízo, portanto, é possível dar 70% de desconto para roupa, mas não para um smartphone, por exemplo. Diferente do ano passado, acredito que teremos mais variedades de produtos em OFF, já que os varejistas querem recuperar a baixa venda do ano.

 

Atente para a maquiagem de preços, que consiste em subi-los antes da Black Friday para baixar no dia da promoção. Essa manobra liderou o ranking das queixas no ano passado. Em tempos de aperto, o consumidor tende a ficar mais esperto, acompanhando os preços com antecedência e comprando onde realmente valer a pena, espero.

 

Compre no comércio local

Vamos combinar o seguinte: você só vai comprar algum produto pela internet ou em outro município depois de esgotar as possibilidades de achá-lo no comércio da sua cidade. Em cidades de pequeno e médio porte como a nossa, é importantíssimo que o comércio local seja valorizado. De nada adianta reclamar da crise se não estamos ajudando os nossos.

 

Por vezes queremos desopilar o fígado dando uma boa “comprada” no final de ano. Aí pensamos: vou no shopping esse findi e quero ver quem me segure! Por vezes compramos o mesmo produto que temos aqui, até mais caro, pois pagamos o “preço shopping”. Um lugar assim não sai de graça. Você usa, você paga!

 

Compre o que realmente é preciso!

Até entendo as pessoas que têm um prazer cósmico no ato de comprar sem motivo. Sei que há um milhão de  justificativas. Comprar é importante, gira a economia, gera empregos, realiza desejos, supre necessidades, compensa frustrações.

 

Por tudo isso, um pedido: não compre com o fígado. Ao acordar de manhã, cheque a fatura do seu cartão de crédito, os extratos bancários e os empréstimos – dos CDCs, passando pelos consignados até aquela grana que você tomou do cunhado e nunca devolveu. Reflita se o seu emprego está minimamente garantido pelo próximo ano.

 

Lembre-se: não é demanda que gera oferta. Mas a publicidade agressiva sobre a oferta que cria a demanda. Não estou arrotando regras. Tenho meus desejos de consumo assim como você. A ideia é minimizar os prejuízos.

 

Uma dica “com selo dedão de qualidade” de um dos maiores vendedores do Brasil Ciro Bottini aos lojistas e colaboradores: - Energia, motivação, bom humor e conteúdo. O vendedor deve sempre manter um sorriso no rosto. É preciso ter empatia, entender o que o cliente precisa. Vendas se faz com emoção!