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Avaliar a si mesmo ajuda

Embora a maioria dos alunos evite, diversos experimentos comprovam que se colocar à prova melhora aprendizado.

 

Em um estudo recente, um grupo de estudantes foi convidado a decorar pares de palavras. Em seguida, metade foi submetida a um teste no qual deveria se lembrar dos vocábulos apresentados. Depois de uma semana, os pesquisadores solicitaram que todos os participantes relatassem o que recordavam. Aqueles que haviam passado pelo segundo teste se lembravam de 35% das palavras, enquanto o restante apenas de 4%. Em outro experimento similar, dessa vez com pares de termos em inglês-suaíli, os cientistas observaram que voluntários que haviam passado por contínuos exames práticos se lembraram de 80% do conteúdo; o restante, somente de 36%. Acredita-se que os testes práticos desencadeiam reações que ajudam a acessar memórias de longo prazo por meio de múltiplas vias neurais, o que torna o acesso à informação mais simples: evocados com maior frequência, os dados inserem-se nas redes associativas que evocam aspectos da memória, fazendo com que o aprendizado seja fortalecido.

Os testes – especialmente se forem rápidos e frequentes – trazem benefícios tanto para pré-escolares quanto para estudantes de medicina do quarto ano ou ainda para adultos de meia-idade.

 

Prática, a “checagem” do que sabemos requer pouco tempo e quase nenhum treinamento.

 

Além disso, o recurso permite reter informações a curto, médio e longo prazo. Aquilo que desejamos reter por mais tempo deve ser revisto mais vezes.

 

Um exemplo de como fazer: durante as anotações na sala de aula, a pessoa deve fazer uma coluna em uma das bordas da página e escrever termos, palavras ou questões-chave. Mais tarde, basta recorrer a uma autoavaliação: cubra os comentários mais extensos e retome o que aprendeu com base nos principais pontos registrados. Depois releia as anotações para ver se deixou de fora algo importante.

 

FONTE: Revista Mente e Cérebro