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As 7 Leis Espirituais do Sucesso - Parte 05

Olá amigos(as)...nesta semana damos fim a conversa sobre o livro “As 7 Leis Espirituais do Sucesso-1994” do médico indiano Deepak Chopra. Hoje abordaremos a 6ª (Lei do Distanciamento) e a 7ª (Lei do Propósito de Vida).

 

Não se apegue aos possíveis resultados!

Para falar sobre a Lei do Distanciamento não é necessário muito conhecimento elevado e nenhuma sabedoria mágica. Basta entender que para se conseguir qualquer coisa é preciso querer não querendo. Mas bah! Aí complicou...calma, já vou explicar. Esse querer não querendo se atinge quando você tem absoluta fé que aquilo que você deseja irá se concretizar.

 

Melhor, nós temos muitos desejos ao mesmo tempo, mas quando nos distanciamos deles, sem ficarmos neuróticos para realiza-los, abrimos espaço para nos tornarmos pessoas melhores...e é essa pessoa melhorada e com fé que conseguirá realizar todos os seus desejos! Quando estamos apegados nossa intenção fica presa num espaço mental pequeno, excluindo automaticamente toda sorte de possibilidades. Lembre-se que o seu EU verdadeiro é mais valioso que os símbolos criados pelo EGO. Esse monstro que tenta impor os padrões de felicidade.

 

Um exemplo bem didático do ato de apego aos valores é a Armadilha para Macacos que existe no sul da Índia, que pega os bichinhos pela obstinação. A armadilha consiste numa casca de coco presa a um poste. Dentro do coco tem arroz, que o macaco pode pegar com as mãos por um buraco, que é grande o bastante para a mão entrar, mas não para ele tirar com um punhado de arroz. Ele fica preso porque não consegue avaliar que a liberdade sem o arroz é melhor que ficar com o arroz nas mãos sem poder se soltar e muito menos comer. Está tudo em suas mãos! Que dó do macaco!

 

Estamos aqui para descobrir quem somos de verdade

Para falar da 7ª Lei, que aborda o propósito da vida aqui na Terra, basta dizer que: todos nós temos algum talento singular e uma maneira única de expressá-lo, além de que existe alguma coisa que você faz melhor do que qualquer outro. Diz o médico que temos a obrigação de expressar o nosso talento único, além de coloca-lo a serviço da humanidade. Isso vai desde aquela mãe que faz a melhor comida do mundo para os seus filhos até aquele cientista que descobre a cura de alguma doença gravíssima. Não importa. Os dois papeis são fundamentais. Pode ser que o filho alimentado com o amor daquela comida de mãe possa ser o tal cientista!

 

Alimente a divindade que existe dentro de você todos os dias. Desperte desse profundo sono egoísta. Pergunte-se: como posso servir a Criação hoje? Que tipo de amor estou espalhando?

 

O livro mais lido pela humanidade (Bíblia) parece não ter servido para verdadeiras transformações. Não porque é errado, muito pelo contrário, é porque as pessoas vivem entorpecidas na busca de símbolos fúteis (aparências somente). No livro a informação é clara como a Lua. Em Romanos 12.5. está escrito: “Assim também nós, embora sejamos muitos, somos um só corpo por estarmos unidos com Cristo (que foi exemplo de conduto moral e fé). Somos apenas partes diferentes de um só corpo. Portanto, usemos os nossos diferentes dons que nos foram dados por Deus. Se o dom é de anunciar a palavra, que seja na medida da nossa fé. Se é de servir, sirva na força da caridade. Se é ensinar, que o faça com amor. Se é animar, que seja com a felicidade nascida da simplicidade”.