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As 7 Leis Espirituais do Sucesso - Parte 01

Olá amigos(as)...venho outra vez cumprimentá-los carinhosamente e tratar de um assunto bem interessante. Já parou para pensar no que os seus pensamentos e a sua energia estão focados? Naquilo que é realmente desejo seu, sincero, ou nas “coisas do mundo”? Vamos refletir também se o seu foco está no destino ou no caminho até lá.

 

É a jornada que importa agora, o destino é consequência!

Quero confidenciar para vocês que depois de ler o livro “As 7 Leis Espirituais do Sucesso (1994)” do médico indiano Deepak Chopra, cujo currículo está disponível na internet e não vem ao caso falar dele, mudei muito a minha forma de pensar sobre o caminho da vida. Ah! Leia tudo o que puder, mas com cuidado. Não mergulhe de cabeça em nada que é “do mundo”. Ficai alerta! Importante é extrair o que pode nos auxiliar. Isto vale para tudo. É o antigo conhecimento de saber separar o joio do trigo.

 

Mas voltemos ao livro. Vou tentar resumir essas tais 7 Leis, a partir da coluna de hoje, para que possamos entendê-las e aplicá-las como realidade possível em nosso dia-a-dia. Desde já reforço que tudo o que escrevo não é doutrinador, são apenas faces da nossa realidade humana em palavras para que abramos nossas mentes e coração e limpemos o caminho rumo a um horizonte cada vez mais amplo de conhecimento, essencial para realizarmos boas escolhas.

 

1ª Lei – Potencialidade Pura

Diz Chopra que o ser humano é consciência pura, nossa essência espiritual. Que nosso espírito é infinito e ilimitado; possui todo o conhecimento, é simples, perfeito, invencível e feliz. Explica que precisamos viver a experiência do EU, tirando o foco do Ego, a nossa “mascara social”, a imagem que criamos de nós mesmos para interagir em sociedade. Devemos é buscar a auto referência, ou seja, encontrar referência em nosso espírito, dar ouvidos ao que nossa alma sussurra nos momentos de silêncio.

 

Digo que faz sentido. É fato que para viver socialmente somos levados a seguir certas “regras”. A sociedade atual exige que sejamos parte de algum grupo. Os meios de comunicação nos ditam diariamente qual a moda do momento, qual o pensamento da hora e qual a conduta sobre os acontecimentos. Assim acabamos criando um personagem de nós mesmos.

 

Diga-me que aquilo que você é realmente (ou gostaria de ser), lá no íntimo, bem lá dentro, se ajustaria com as coisas ao seu redor? (família, amigos, trabalho...). Para mim a resposta é um não bem sonoro!

 

Uma sociedade baseada na imagem nos tira da sintonia com a verdadeira natureza interior. Somos forçados a nos adequar às “convenções sociais” para lidarmos com as situações, circunstâncias e pessoas. Temos que fazer o que nos mandam para obter aprovação. Infelizmente o resultado desse esforço, sempre negativo, é que criamos um mecanismo automático de execução e resposta. Nossos pensamentos e comportamentos ficam então baseados no medo, por isso queremos controlar as coisas, ter poder sobre tudo e todos. Isto é uma condição (elo fraco da corrente), não um Estado de Ser.

 

Chopra defende que você não é o Ego, você é o EU. Afirma que tendo isso como referência, o seu espírito e a sua alma está livre das “coisas do mundo”. Destaca que esse é o verdadeiro poder. Quando nos libertamos do Ego, somos imunes às críticas, não tememos desafios, não nos sentimos inferior a ninguém, mas também somos humildes.

 

Verdade! Todos somos iguais na essência. A diferença positiva entre nós acontece somente quando expressamos o amor (individualidade).

 

Semana que vem a 2ª Lei, até.