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Voleibol: Entenda o caso do jogador Leal

O jornalista Bruno Voloch publicou hoje (quarta-feira 23/12) em seu blog uma matéria falando sobre as chances do ponteiro passador do Cruzeiro Sada jogar as Olimpíadas pelo Brasil, é zero.

O tema sabe-se lá os motivos, talvez por política ou movido pelas declarações do próprio jogador, voltou à tona. É plenamente compreensível que a medida que a Olimpíada vai se aproximando o desespero na seleção brasileira aumenta. A carência nas pontas é grande, do tamanho das virtudes do cubano Leal. Não adianta porém querer iludir o torcedor. A chance é zero de Leal participar dos jogos olímpicos do Rio de Janeiro vestindo a camisa do Brasil.

 

Leal apenas confirmou após o jogo contra Juiz de Fora que se naturalizou brasileiro, o que não era difícil. Primeiro passo foi dado. Ponto!

O jogador conseguiu o visto de permanência e na semana passada concluiu o processo de naturalização, publicado oficialmente no Diário Oficial da União (DOU).

Bom para ele como cidadão e para o Cruzeiro.

Mas entre se naturalizar e jogar pelo Brasil em 2016 a diferença é enorme.

Naturalizado, Leal ainda espera a retirada de passaporte e RG.

O segundo passo será conseguir a liberação do governo cubano para se transferir e poder representar outra federação, algo não tão simples.                  A única vantagem de Leal é de já ter cumprido os dois anos sem defender a seleção de Cuba. A última participação foi no mundial de 2010.

Passadas essas etapas, a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) solicita ao responsáveis na FIVB (Federação Internacional de Vôlei) a mudança de federação do jogador em questão, desde que Cuba tenha sinalizado positivamente

A partir do momento que receba oficialmente o pedido, só nesse momento, a FIVB exige 2 anos de prazo contando na data do recebimento da documentação na Suíça.

Não é Leal, não é o Brasil. São as regras da FIVB para o mundo todo.

Segundo apuração do jornalista, até a data de hoje a FIVB não recebeu nenhuma comunicação do Brasil. Sendo assim, Leal, basta fazer as contas, só poderá jogar uma Olimpíada pelo Brasil em 2020 nos jogos de Tóquio.

Isso se os dirigentes se apressarem. Diz o jornalista!