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As Lendas da Bocha Pinhalense

      O Campeonato Municipal de Bocha Rolada de Pinhalzinho presenteou os amantes da Bocha com uma equipe formada por senhores com mais de 50 anos (O mais novo (Zeca), tem 53 anos).  O time do Grêmio/Sipal ficou conhecido durante a competição, como o time das lendas. Tinha jogador que a mais de 20 anos não assinava uma súmula, outros não participavam de um campeonato a mais de 6 anos. O time fez um baita campeonato, perdendo a final para o Grêmio/Bom Manjare em números de bocha. Além do vice-campeonato o time levou o troféu de melhor simplista, com Zeca Brandalise, e a melhor dupla com Nego Sergio e Beno Utzig. Conversamos com alguns dessas lendas, durante a final do campeonato, o Peninha nos falou que o Grêmio Recreativo Pinhelense participou do Campeonato Regional, e quando foram distribuídas as fichas para o Campeonato Municipal eles conversaram e resolveram dividir o grupo em duas equipes, acrescentando mais alguns jogadores. O campeão Grêmio/Bom Manjare ficou com os jogadores mais jovens (o Andrei Hentz tem 19 anos), e o Grêmio/Sipal com as lendas. Um dos jogadores com mais idade no grupo do time do Grêmio/Sipal é Beno Utizg, que foi jogador da SME de Pinhalzinho e no auge da sua carreira chegou a ganhar algumas vezes de Pedro Segalotto (Pedruca). Pedruca é considerado um dos maiores jogador de bocha do país, de todos os tempos. Peninha diz que eles fizeram um time para brincar, não escreveram muita gente, para não ficarem reclamando por não jogar. Ele fala que sempre jogou bocha, deste os tempos de jogador de futebol, que ele gostava de jogar bocha e que estava a 6 anos sem competir por ter um problema de visão, e com a construção da nova cancha de carpê (carpete) do Grêmio ele voltou a jogar.

      Outra lenda do time é o popular Magrão, que ficou mais de 20 anos sem competir em campeonatos, atuava como treinador e foi convidado para jogar e aceitou o convite. Magrão foi campeão municipal como treinador em 2014 com a equipe do CTG. Ele falou que começou jogando bocha ainda muito jovem no Grêmio Recreativo Pinhalense, Ele saiu do bolão e veio pra bocha, e que esse time atual foi formado por um grupo que eles formaram a alguns anos a trás. Magrão que ficou 20 anos sem assinar uma súmula de jogo, diz que quando entrou em quadra para jogar passou um filme em sua cabeça. Ele ressalta que a campanha do Grêmio/Sipal foi a cima do esperado, a equipe sofreu 3 derrotas em 16 jogos.  

      Outra lenda que comentou a respeito da equipe e sua trajetória na bocha foi o popular Nego Sergio. Ele morava nas proximidades do Grêmio Recreativo Pinhalense e começou a jogar bocha na juventude, com o Peninha, Beno Utizg e Dirceu Werlang (Magrão), e depois de muitos anos voltaram a jogar juntos. Talvez o Nego Sergio seja a maior lenda da bocha Pinhalense. Jogou profissionalmente (ele diz que ganhou o pão jogando bocha). O homem tem uma coleção de medalhas invejável, e foi um dos destaques da equipe do Grêmio/Sipal no campeonato municipal edição 2015. Em 16 jogos ele obteve 16 vitórias, 8 jogos jogando com Marcelino Silveira e 8 com Beno Utzig.                 Nego Sergio diz que foi um prazer jogar com os amigos da velha guarda, o campeonato foi muito bom. E que o importante é competir e fazer amigos, e fica feliz por ver o surgimento de um novo valor como o Andrei Hentz do Grêmio/Bom Manjare. No time das lendas ainda jogavam Miguel Testa e Martinho Luza.

Nomes na foto: Plinio Amadeu da Cunha, Marcelino Silveira, Sergio Paulo Carvalho (Nego Sergio), Carlos Brandalise (Zeca), Valter Délio Hohn (Peninha), Dirceu Werlang (Magrão) e Beno Utizg.