Pinhalzinho

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São Miguel do Oeste

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Acelino Pessoa de Almeida (Silo)

Gaúcho de Santa Bárbara do Sul, Acelino Pessoa de Almeida (Silo) nasceu em 10 de Março de 1940 e faleceu no dia 06 de Junho de 2010 em Pinhalzinho. Silo como quase todos os jogadores da sua época começou jogando em campinhos de potreiros com os pés descalços. Ainda muito jovem veio residir no Oeste Catarinense e começou a trabalhar na Madeireira que o saudoso Neuro Isidoro Bugnotto possuía na Linha Irajá próximo ao Lajeado das Flores município de Modelo. A família Almeida morava no distrito de Bom Jesus do Oeste. Silo atuava no Santos do Irajá ao lado dos amigos Balduino Amarante Ribeiro (Mino), Otaviano (todos em memória). Os jogadores que eram destaques no time do Santos, vinham jogar no time que a Madeireira tinha em Pinhalzinho. O Osmar de Almeida irmão do Silo era motorista e residia em Pinhalzinho e em dias de jogo pegava o JEEP, ia ao Lajeado das Flores buscar, Silo, Otaviano, Jango, Nino e os irmãos Rodrigues. O Mino já estava residindo na Capital da Amizade. Francisco Almeida (Chico) filho de Silo Almeida nos disse que ele e outros guris pegavam carona e vinham juntos com os pais para acompanhar os jogos em Pinhalzinho. Andavam quase 30 quilômetros em estrada de chão até a Capital da Amizade.

     Silo Almeida jogava na ponta direita, participou do segundo campeonato municipal de Pinhalzinho realizado em 1971 atuando na equipe da Madeireira Bugnotto. No primeiro jogo da final daquele ano, entre os times da Madeireira e o Internacional deu uma briga que ficou marcada na história do município, onde até às mulheres participaram da briga. Depois de dois jogos o Internacional conquistou o título. Com o fim do time da Madeireira os funcionários da Madeireira Bugnotto, entre eles o Silo, fundaram o Operário, clube que deu origem a Associação Atlética Ponte Preta de Pinhalzinho. Silo Almeida jogou futebol, participou de corrida rústica e após parar de jogar futebol foi ser bandeirinha, naquela época os jogadores tinham o hábito de em qualquer erro xingavam e partiam pra cima dos árbitros e bandeirinhas para agredi-los. Um belo dia Silo preparou um pau de Guajuvira, e disse pros jogadores, “Hoje eu não tenho um cabo de vassoura na bandeirinha, tenho um cacete de Guajuvira, agora quem quiser vir, que venha”.                                                                 

      Na foto em destaque, o time da Madeireira Bugnotto vice-campeão municipal de Pinhalzinho em 1971.                                                                          Esta matéria foi solicitada por Marlon Almeida filho do saudoso Silo Almeida, e contribuíram para com a matéria, Francisco Valdeci de Almeida, Dirceu Suzin, Antônio da Rosa e Neli Ribeiro. Se você leitor quiser indicar alguma matéria contando a história no esporte de algum amigo ou familiar, estamos à disposição no e-mail genivaldoandrade_pzo@hotmail.com

 

Nomes na foto:                                                                                                                                                     Em pé: Moisés Santiago, Valdir Borba, Antônio Noal, Mozart, Odalziro Buzatto, Antônio dos Santos (Galo Preto) Oscar da Silva (Brito) e Arlindão.                                                                                                                                                Agachados: Balduino Amarante Ribeiro (Mino), Otaviano, Osmar de Almeida, Sadi, Vilson Felipe Tomé e Acelino Pessoa de Almeida (Silo).