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“A Seleção faz meu coração acelerar”, diz aluna

27/06/2018

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Eles roeram unhas, cerraram os punhos, gritaram, fizeram gestos como se estivessem sendo ouvidos pelos jogadores da Seleção Brasileira na disputa contra a Costa Rica na sexta-feira (22). Talvez a voz dos estudantes da EMEB José Theobaldo Utzig não chegou ao estádio, mas a energia e o patriotismo dos estudantes ficaram estampados em cada rosto que em cadeiras escolares, sob a área coberta, acompanharam atentos a cada lance no telão.

 

“Apesar do momento difícil que o Brasil vive, ainda assim somos brasileiros e devemos torcer e defender a Seleção. Mostrar para os estudantes que o esporte tem poder de transformação social também é um ponto fundamental,  pois a maioria dos jogadores que estão na Seleção vêm das periferias, além de que é necessário fomentar o patriotismo, já que este sentimento está cada vez mais frio”, destaca o professor Ordenilson dos Santos, justificando a decisão da Escola em proporcionar aos alunos a oportunidade de ver o jogo.

 

Maria Natasha Faiber, de 14 anos, moradora do Bairro Panorama, é dessas brasileirinhas que acreditam em seu país. Ela contou a nossa reportagem que além de gostar muito da Seleção Brasileira, joga futebol na rua e pratica esportes sempre que possível. “Já joguei muito futebol, até que me machuquei e tive que diminuir o ritmo, mas a Seleção faz meu coração acelerar. Eu acredito no país e acredito que temos grande chance de conquistar a Copa do Mundo”.

 

Para ela, é preciso torcer e defender a Pátria. “A Seleção nos representa muito bem, e além disso a Copa é o momento em que as pessoas se unem em busca de um objetivo comum que é o título”, diz Maria Natascha. A vitória do Brasil sobre a Costa Rica fez os alunos soltarem o grito e tirarem os pés do chão.

 

 

Arthur Corso, do 6º.  ano está confiante na conquista do título, mas sofreu até o momento do gol, demonstrando tamanho envolvimento com a Seleção. “Eu gosto muito do time e nós vamos ser campeões”.

 

Outro que roeu as unhas, brigou e vibrou com a Seleção foi o Vinicius Gabriel Schmitz. “Foi muito emocionante, O Brasil teve várias chances e no final saíram os gols. Estou muito feliz”!

 

“Adorei o jogo! Quem diria que só no final o Brasil faria 2 x 0?”, disse Tamires de Oliveira André, de rosto pintado de verde amarelo.

 

Quem dera que esse mesmo espírito de amor à pátria não fosse tirado dessas crianças e adolescentes sonhadores que acreditam em um futuro melhor! Bom seria se, quando adultos se tornarem, já não tenham mais um Brasil mergulhado em corrupção e desesperança e possam seguir apaixonados pela nação brasileira, construindo um futuro digno para as próximas gerações.

 

 

Copa nas escolas

“A Seleção faz meu coração acelerar”, diz aluna de Pinhalzinho

Alunos da EMEB José Theobaldo Utzig assistiram na escola o jogo entre Brasil e Costa Rica

 

Eles roeram unhas, cerraram os punhos, gritaram, fizeram gestos como se estivessem sendo ouvidos pelos jogadores da Seleção Brasileira na disputa contra a Costa Rica na sexta-feira (22). Talvez a voz dos estudantes da EMEB José Theobaldo Utzig não chegou ao estádio, mas a energia e o patriotismo dos estudantes ficaram estampados em cada rosto que em cadeiras escolares, sob a área coberta, acompanharam atentos a cada lance no telão.

“Apesar do momento difícil que o Brasil vive, ainda assim somos brasileiros e devemos torcer e defender a Seleção. Mostrar para os estudantes que o esporte tem poder de transformação social também é um ponto fundamental,  pois a maioria dos jogadores que estão na Seleção vêm das periferias, além de que é necessário fomentar o patriotismo, já que este sentimento está cada vez mais frio”, destaca o professor Ordenilson dos Santos, justificando a decisão da Escola em proporcionar aos alunos a oportunidade de ver o jogo.

Maria Natasha Faiber, de 14 anos, moradora do Bairro Panorama, é dessas brasileirinhas que acreditam em seu país. Ela contou a nossa reportagem que além de gostar muito da Seleção Brasileira, joga futebol na rua e pratica esportes sempre que possível. “Já joguei muito futebol, até que me machuquei e tive que diminuir o ritmo, mas a Seleção faz meu coração acelerar. Eu acredito no país e acredito que temos grande chance de conquistar a Copa do Mundo”.

Para ela, é preciso torcer e defender a Pátria. “A Seleção nos representa muito bem, e além disso a Copa é o momento em que as pessoas se unem em busca de um objetivo comum que é o título”, diz Maria Natascha. A vitória do Brasil sobre a Costa Rica fez os alunos soltarem o grito e tirarem os pés do chão.

Arthur Corso, do 6º.  ano está confiante na conquista do título, mas sofreu até o momento do gol, demonstrando tamanho envolvimento com a Seleção. “Eu gosto muito do time e nós vamos ser campeões”.

Outro que roeu as unhas, brigou e vibrou com a Seleção foi o Vinicius Gabriel Schmitz. “Foi muito emocionante, O Brasil teve várias chances e no final saíram os gols. Estou muito feliz”!

“Adorei o jogo! Quem diria que só no final o Brasil faria 2 x 0?”, disse Tamires de Oliveira André, de rosto pintado de verde amarelo.

Quem dera que esse mesmo espírito de amor à pátria não fosse tirado dessas crianças e adolescentes sonhadores que acreditam em um futuro melhor! Bom seria se, quando adultos se tornarem, já não tenham mais um Brasil mergulhado em corrupção e desesperança e possam seguir apaixonados pela nação brasileira, construindo um futuro digno para as próximas gerações.