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Pesquisa acadêmica busca para deixar carne mais macia

A Sua Voz - Carine Arenhardt

15/08/2016

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O acadêmico Bruno De Lai desenvolveu a pesquisa, sob a orientação da professora Eliane Maria de Carli / Foto: Karine Bender/Ascom Unoesc

O curso de Engenharia de Alimentos da Unoesc São Miguel do Oeste desenvolveu uma pesquisa para deixar o peito de frango mais macio na hora de cozinhar. De acordo com a coordenadora do curso, doutora Eliane Maria de Carli, foram adicionados ao peito de frango hidrocoloides em diferentes concentrações como: goma xantana, carragena, proteína isolada de soja e proteína do soro do leite. A professora destaca que, além de deixar o produto mais macio, os hidrocoloides ajudam a reter a umidade, melhoram a aparência externa, o corte e o fatiamento, a rigidez, a textura, a liga, a homogeneidade, entre outros.

 

A análise sensorial indicou que o produto foi bem aceito pelo consumidor. Eliane explica que a análise sensorial tem o objetivo de medir, analisar e interpretar as reações que as características dos alimentos produzem às pessoas, além de identificar como essas características são percebidas pelo olfato, visão, gosto, tato e até pela audição. "A maciez e a suculência foram os pontos fortes indicados pelas pessoas que participaram da análise", destaca a professora.

 

Segundo uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a carne de frango está presente em 100% dos lares brasileiros. Eliane afirma que o frango, atualmente, é a proteína animal mais consumida no Brasil. "Com mercado interno garantido, esse produto nacional tão querido dos consumidores, já conquistou mais de 150 países e a tendência é que esse mercado cresça ainda mais", ressalta a professora.

 

Benefícios da carne de frango à saúde

 

Para quem procura ter uma alimentação saudável, o frango é uma ótima alternativa, por ser menos gorduroso e calórico. Além da grande quantia de proteínas, também é uma fonte rica de vitamina B6. "Pesquisas apontam que a substância niacina, presente em grande quantidade na composição nutricional da ave, é tida como essencial para a saúde do cérebro, podendo ter efeitos protetores contra doenças que geram a falta de memória, como o mal de Alzheimer, e até mesmo dos mais diversos distúrbios cognitivos", frisa Eliane.

 

 

Experiência adquirida com a pesquisa

 

O acadêmico da sexta fase do curso de Farmácia, Bruno De Lai, participou do estudo. Ele diz que a participação em pesquisas torna o acadêmico um profissional mais preparado para o mercado de trabalho. "A participação em projetos como esse nos faz aprender a enfrentar o desconhecido e adquirir conhecimentos na área em que desejamos atuar", avalia Bruno.

 

Fonte: Ascom Unoesc SMO